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Segunda-feira, 03 de Agosto 2026
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Reforma tributária testa sistema e impacta empresas

A partir de agosto de 2026, empresas do regime regular deverão informar nos documentos fiscais eletrônicos os campos do IBS e da CBS, com alíquota‑teste de 1% para validar sistemas. A exigência implica ajustes em softwares, cadastros e processos internos, impactando áreas como TI, compras, comercial e financeiro.

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O governo federal anunciou que, a partir de agosto de 2026, as empresas enquadradas no regime regular de tributação deverão preencher os campos referentes ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nos documentos fiscais eletrônicos. A medida faz parte da fase operacional de validação da Reforma Tributária do Consumo, que tem como objetivo testar a integração dos sistemas de emissão de notas fiscais eletrônicas.

O ano de 2026 será utilizado como período de teste, com aplicação de alíquota‑teste combinada de 1 % nos documentos fiscais. O recolhimento efetivo do tributo está suspenso durante essa etapa, porém a ausência ou o preenchimento incorreto das informações pode acarretar a rejeição automática da nota fiscal eletrônica, interrompendo o fluxo de faturamento das empresas.

A nova exigência ultrapassa a esfera contábil e afeta diretamente áreas como tecnologia da informação, compras, comercial e financeiro. As organizações precisarão adequar a parametrização de seus softwares de gestão, atualizar cadastros de clientes e fornecedores e garantir que os processos de emissão estejam alinhados às novas regras. A revisão preventiva de cadastros e a capacitação das equipes operacionais são apontadas como medidas essenciais para evitar paralisações nas operações de venda e prestação de serviços.

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Adriana Matos, COO da Person Consultoria, destacou que a adaptação tecnológica e o alinhamento de processos internos são determinantes para a segurança operacional durante a transição. "A empresa que deixa tudo para a última hora não enfrenta apenas uma obrigação tributária, enfrenta urgência, retrabalho, decisões apressadas e custos que poderiam ter sido evitados", afirmou Matos.

O acompanhamento contínuo dos padrões de validação tributária contribui para a governança corporativa, reduzindo o risco de rejeição de notas fiscais e assegurando a fluidez das operações comerciais no mercado nacional. As empresas que implementarem as mudanças de forma antecipada tendem a minimizar interrupções e a manter a conformidade com a nova legislação.



Website: https://www.instagram.com/personconsultoria

Fonte/Créditos: DINO

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