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Domingo, 07 de Junho 2026
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CPI aprova quebra de sigilo de empréstimo milionário que pode ter sido um golpe contra o Espírito Santo

O prejuízo foi na ordem de R$ 57 milhões

CPI aprova quebra de sigilo de empréstimo milionário que pode ter sido um golpe contra o Espírito Santo
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Os deputados membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sonegação da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) aprovaram, na noite desta segunda-feira (10), requerimento do deputado estadual Marcos Garcia (PV) que pediu a quebra do sigilo bancário relativo ao processo de empréstimo efetuado em 2007 entre o Banestes e o grupo inglês Infinity Bio-Energy no valor de R$ 57 milhões.

Na justificativa Garcia afirma que: "considerando os dados até aqui coletados apontam para existência de fortes indícios de que o grupo inglês Infinity Bio-Energy teria aplicado um golpe, em 2007, dando um prejuízo da ordem de R$ 57 milhões ao Banestes, trazendo forte prejuízo ao Estado do Espírito Santo”.

O requerimento do parlamentar foi aprovado pelo presidente, deputado Marcelo Santos (Pode) e pelo deputado Adilson Espíndula (PTB).

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Grupo

O grupo inglês Infinity Bio-Energy é uma empresa de energia renovável com forte atuação na produção e distribuição de álcool combustível.

A sede do grupo, criado em 2006, é no distrito de Victoria Street, na Ilha das Bermudas, território ultramarino britânico.

A empresa entrou em recuperação judicial em 2009. O grupo chegou a ter seis usinas em funcionamento no país, sendo duas no Espírito Santo, em Conceição da Barra e em Pedro Canário.

CPI da Sonegação

A CPI da Sonegação foi instaurada para apurar denúncias de irregularidades nos contratos de remoção (guincho) e de guarda/depósito de veículos, firmados pelo Estado do Espírito Santo, por meio do Detran/ES, bem como pelos municípios em que o trânsito esteja municipalizado; avaliar os procedimentos relativos à contratação e operação de radares de fiscalização de velocidade em vias públicas; apurar os procedimentos de licenciamento ambiental; e investigar a existência de ardil criminoso e deficiência na prestação de serviços (telefonia e energia elétrica); poluição do meio ambiente; além de contratos de terceirização de lixo e sonegação fiscal.

Seus membros são respectivamente os deputados: Marcelo Santos (Podemos), Marcos Garcia e Adilson Espíndula (PTB) – presidente, vice-presidente e relator.

Créditos (Imagem de capa): Ellen Campanharo | Ales

Redação Site da Serra

Publicado por:

Redação Site da Serra

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